quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
Satyricon
Obra: Satyricon
Autor: Petrónio
Páginas:248
Resumo:
A obra é iniciada com a apresentação das duas personagens principais que vão acompanhar a obra: Encólpio e Gíton, dois adolescentes belos que são amantes e partilham a sua relação, num triângulo amoroso, com Ascilto. Encólpio abre a obra com um discurso sobre os males do sistema educativo para conseguir impressionar o mestre-escola. Quando o seu mestre, Agamémnon, começa a responder ao seu discurso, Encólpio repara que Ascilto tinha desaparecido e pensa que este tinha ido ter com Gíton, Aproveita uma distração para sair mas perde-se. Vê uma velhota a vender hortaliças e pede-lhe ajuda. A velhota leva-o a um bordel e Encólpio, com a vergonha, cobre a cabeça e foge. Encontra Ascilto ofegante que lhe conta que andou perdido até encontrar um pai de família que o levou para o mesmo bordel, do qual ele também tinha fugido.
Mais tarde, os dois passam pelo fórum e começam a vender uma túnica roubada. Encontram o vendedor a quem tinham roubado a túnica e que vendia a túnica deles, onde tinham escondido moedas de ouro. A mulher do vendedor vê a túnica dos jovens e acusa-os de serem ladrões. Os jovens decidem responder e acusam-nos de terem roubado a túnica deles. Os corretores, ao verem que a túnica que os jovens reclamavam era de qualidade muito inferior à do vendedor, riram-se e resolveram o assunto trocando as túnicas. Os dois recuperam o tesouro e vão para a locanda, rindo-se dos corretores e dos comerciantes.
Uma mulher bate à porta da locanda, afirmando ser serva de Quartila, a quem os jovens tinham perturbado os rituais sagrados. Quartila entra mais tarde a chorar e lamenta a injúria que os jovens tinham cometido. Estes, com pena, dispuseram-se a ajudá-la nos rituais para curar a sua febre. Apesar de desconfiarem da falsidade de todo o ambiente, procuraram ver até onde ía. Quartila leva os dois jovens para o templo onde estes observam cenas de orgias, sendo obrigados a participar. Três dias depois, os três jovens conseguem escapar.
Os jovens estavam a discutir com o mestre de retórica quando chegou um escravo a anunciar um jantar na asa de Trimalquião, um homem extremamente rico. Os três jovens e Agamémnon chegam a casa de Trimalquião e vêem-no a ter atitudes de riqueza e arrogância extremas. Chega a hora de jantar e Trimalquião aparece vestido de forma imponente. Encólpio começa a questionar o homem que estava ao seu lado na mesa e este conta-lhe toda a história do ex-escravo. Durante o jantar existiram vários pratos bastante elaborados e Trimalquião tinha sempre uma atitude rude, dizendo várias asneiras durante o jantar. No fim do jantar, quando todos se dirigiam aos balneários, os três jovens tentaram sair da casa mas um cão raivoso barrou-lhes a entrada, Ascilto deu-lhe as sobras do jantar para não serem atacados e pedem explicações ao responsável pelo átrio. Este explica que os convidados entram sempre por uma porta e saem por outra, Os jovens regressam ao banquete. Há uma grande marcha musical e um dos escravos emite um barulho tão forte que os bombeiros pensaram que a casa estava a arder e arrombaram a porta. Os três jovens aproveitam este momento para fugirem. Andam perdidos durante uma hora mas conseguiram chegar à locanda graças a Gíton, que tinha marcado as pedras do caminho com giz.
Ascilto retira Gíton de junto de Encólpio durante a noite e dorme com ele. Encólpio acorda e, ao perceber o que tinha acontecido, expulsa Ascilto da locanda. Ascilto parte e leva consigo Gíton e Encólpio pensa em matar os dois. Um soldado, no entanto, impede-o.
Encólpio estava a passear quando encontra um velho, Eumolpo, que contou a história do jovem com quem tinha relações em casa dele, sob a desculpa de ser seu professor. Encólpio ficou tão fascinado com Eumolpo que lhe perguntou qual a história por trás de cada um dos quadros que observava. Eumolpo explica uma obra através de versos e recebe pedradas de quem o ouvia. Cobre a cabeça e vai embora. Encólpio segue-o e encontra Gíton, que lhe suplica por perdão. Este perdoa-o e os três jantam na locanda. Encólpio sente ciúmes de Eumolpo com Gíton e tenta suicidar-se mas é impedido. Eumolpo repara que Ascilto daria uma grande recompensa a quem encontrasse Gíton e, para se vingar de Encólpio, que o tinha trancado na rua, invadiu o quarto para resgatar Gíton e ganhar a recompensa mas Gíton é gentil com ele, convencendo-o a cobrir o seu amor. Os três preparam-se para sair da locanda e entram para um barco para onde Eumolpo os levou. Encólpio estava quase a adormecer no navio quando ouve uma voz familiar. Era a voz de Licas, de quem eles estavam a dormir. Os dois jovens contam a razão de estarem a fugir e Eumolpo prontifica-se a ajudá-los na fuga. Eumolpo tem a ideia de lhes rapar o cabelo e escrever-lhes na face para parecerem fugitivos mas um passageiro do barco vê-os e denuncia a Licas, afirmando ser mau presságio. Eumolpo explica a Licas que aqueles eram seus criados e Licas condena-os a 40 chicotadas. Gíton, mal recebeu a primeira, começou a suplicar para pararem, Foi reconhecido pela voz e começa uma forte discussão. Eumolpo defende os jovens e acabam por fazer as pazes.
Organizaram um jantar, onde Eumolpo conta a história de um soldado que se apaixona por uma viúva. Começa uma forte tempestade e o navio acaba por naufragar. Uns pescadores correm ao seu auxílio. Os três chegam a terra e, ao verem o corpo de Licas a flutuar sem vida, refletem sobre a brevidade da vida.
Depois de muito deambularem chegam a Crotona. Um camponês explica que naquela cidade apenas existem dois tipos de pessoas: os que caçam e os que são caçados. Valorizam apenas os ricos sem descendência. O camponês compromete-se a criar uma farsa que os tornasse sem pessoas ricas. Eumolpo representou um homem extremamente rico e Encólpio e Gíton eram os seus escravos. Eumolpo teria perdido um filho e todas as moedas que tinha num naufrágio.
Caçadores de herança, ao ouvirem a história de Eumolpo, viraram toda a atenção para ele, oferecendo-lhe serviços. Encólpio muda o nome para Polieno. Uma escrava de Circe, mulher rica, visita Polieno para confessar que a sua senhora apenas se atraía por escravos. Os dois preparavam-se para ter relações mas Encólpio teve impotência sexual. Circe ordena a Encólpio que se afastasse de Gíton por uns tempos para curar o seu mal e assim retomarem o ato amorosa. Encólpio assim fez mas, na segunda tentativa, voltou a acontecer o mesmo. Encólpio tenta ter relações com Gíton mas não consegue. Visita Enótea, sacerdotisa de Priapo, que lhe ordena que selecionasse grãos. Três gansos aproximaram-se e cercaram-no. Encólpio mata um e afasta os outros. Quando Enótea chega, ele conta-lhe o sucedido. Esta começa em pranto a maldizer a ação, dramatizando a situação. Encólpio oferece duas moedas de ouro e a ofensa é perdoada. Enótea cozinha o ganso com a desculpa de se estar a desfazer das provas do crime. Encólpio consegue fugir.
Os caçadores de heranças já estavam a desconfiar da riqueza de Eumolpo já que nenhum barco tinha vindo da África. Eumolpo afirma que no seu testamento tinha escrito que ficaria com a sua fortuna quem comesse partes do seu corpo em públicos. Os caçadores de heranças mostraram-se interessados.
Vale destacar que esta obra tem duas particularidades importantes de realçar: primeiramente, a obra encontra-se fragmentada, apresentado várias partes que foram destruídas; em segundo lugar, a obra apresenta uma crítica aos principais representantes morais da sociedade, numa época em que estes, em vez de serem um exemplo de boas ações, usavam o seu poder para benefício próprio.
domingo, 11 de novembro de 2018
Da Velhice
Obra: Da Velhice
Autor:Cícero
Páginas:70
Resumo:
Esta obra, dedicada a Tito Pompónio Ático, grande amigo de Cícero, retrata um diálogo entre Marco Pórcio Catão, um homem já idoso, Caio Lélio e Cipião Emiliano, dois jovens, na casa de Catão. Cipião e Caio Lélio admiram bastante Marco Catão por este não permitir que a velhice seja algo negativo para si. Marco Catão afirma que os homens detestam a velhice porque não a compreendem, achando que esta chega sempre cedo demais, e explica que os sábios são os que compreendem a natureza e, consequentemente, o ciclo natural da vida, não se deixando perturbar pela ideia de velhice.
Lélio pede a Catão para lhes dar argumentos para encarar a velhice de forma positiva. Catão defende que o problema não é a idade mas sim a forma como se vive. Se alguém viver de forma moderdada, terá uma velhice que pode ser facilmente tolerada; se alguém viver tratando os outros de forma desumana e cruel, vai sofrer as dores em qualquer idade. Catão defende ainda que a velhice não é mais agradável só porque a pessoa em causa possui riquezas e prestígio. A velhice é fortemente marcada pela virtude. Quando se viveu uma vida louvável, pode-se ser feliz na velhice. Catão dá o exemplo de Quinto Máximo, que sempre admirou. Enumera outros exemplos de homens que tiveram uma velhice feliz.
Catão enumera as causas de a velhice parecer infeliz: Aparta da administração dos negócios; debilita o corpo; impede de desfrutar quase todos os prazeres e está próxima da morte. Explica o porquê de estas não serem causas válidas. Existem vários homens que, mesmo na velhice continuavam a ter cargos importantes, sendo um deles o próprio Catão que, com 84 anos ainda tem uma voz no senado. A velhice limita a força física mas reforça a força mental. Com a prática de exercício, ainda é possível manter a saúde e rigidez na velhice, sendo o exercício e a alimentação uma forma de lutar contra os sinais da velhice. O corpo envelhece mas o espírito deve manter-se jovem.
Catão defende que a acusação de que a velhice não tem prazeres é mentira pois esta, na verdade, livra-nos do pior erro da juventude: cometer erros contra a pátria, contra o estado e contra si pelo prazer e pela paixão. O prazer é inimigo da dádiva divina, impedindo o homem de formular um pensamento ou juízo. A velhice elimina assim a vontade de fazer o que não devia ser feito. Catão defende que os que se dedicam à agricultura vivem uma vida parecida à dos sábios por não viverem comprazeres desnecessários. A velhice não debilita ainda de manter outras ocupações como a agricultura. A ideia de que as pessoas idosas são lentas, rabugentas e avarentas apenas está presente em pessoas que sofrem de defeitos de carácter e não culta da velhice.
Por fim, Catão defende que se deve desprezar e ignorar a morte. A morte pode chegar tanto a jovens como aos idosos e viver com medo desta não é viver. Após a morte existe um destino e neste, ou não existe nada, ou existe felicidade. Tolo é aquele que pensa que vai viver eternamente.
Autor:Cícero
Páginas:70
Resumo:
Esta obra, dedicada a Tito Pompónio Ático, grande amigo de Cícero, retrata um diálogo entre Marco Pórcio Catão, um homem já idoso, Caio Lélio e Cipião Emiliano, dois jovens, na casa de Catão. Cipião e Caio Lélio admiram bastante Marco Catão por este não permitir que a velhice seja algo negativo para si. Marco Catão afirma que os homens detestam a velhice porque não a compreendem, achando que esta chega sempre cedo demais, e explica que os sábios são os que compreendem a natureza e, consequentemente, o ciclo natural da vida, não se deixando perturbar pela ideia de velhice.
Lélio pede a Catão para lhes dar argumentos para encarar a velhice de forma positiva. Catão defende que o problema não é a idade mas sim a forma como se vive. Se alguém viver de forma moderdada, terá uma velhice que pode ser facilmente tolerada; se alguém viver tratando os outros de forma desumana e cruel, vai sofrer as dores em qualquer idade. Catão defende ainda que a velhice não é mais agradável só porque a pessoa em causa possui riquezas e prestígio. A velhice é fortemente marcada pela virtude. Quando se viveu uma vida louvável, pode-se ser feliz na velhice. Catão dá o exemplo de Quinto Máximo, que sempre admirou. Enumera outros exemplos de homens que tiveram uma velhice feliz.
Catão enumera as causas de a velhice parecer infeliz: Aparta da administração dos negócios; debilita o corpo; impede de desfrutar quase todos os prazeres e está próxima da morte. Explica o porquê de estas não serem causas válidas. Existem vários homens que, mesmo na velhice continuavam a ter cargos importantes, sendo um deles o próprio Catão que, com 84 anos ainda tem uma voz no senado. A velhice limita a força física mas reforça a força mental. Com a prática de exercício, ainda é possível manter a saúde e rigidez na velhice, sendo o exercício e a alimentação uma forma de lutar contra os sinais da velhice. O corpo envelhece mas o espírito deve manter-se jovem.
Catão defende que a acusação de que a velhice não tem prazeres é mentira pois esta, na verdade, livra-nos do pior erro da juventude: cometer erros contra a pátria, contra o estado e contra si pelo prazer e pela paixão. O prazer é inimigo da dádiva divina, impedindo o homem de formular um pensamento ou juízo. A velhice elimina assim a vontade de fazer o que não devia ser feito. Catão defende que os que se dedicam à agricultura vivem uma vida parecida à dos sábios por não viverem comprazeres desnecessários. A velhice não debilita ainda de manter outras ocupações como a agricultura. A ideia de que as pessoas idosas são lentas, rabugentas e avarentas apenas está presente em pessoas que sofrem de defeitos de carácter e não culta da velhice.
Por fim, Catão defende que se deve desprezar e ignorar a morte. A morte pode chegar tanto a jovens como aos idosos e viver com medo desta não é viver. Após a morte existe um destino e neste, ou não existe nada, ou existe felicidade. Tolo é aquele que pensa que vai viver eternamente.
sexta-feira, 11 de maio de 2018
Chéri
Obra: Chéri
Autor: Colette
Páginas: 169
Resumo:
Chéri era um rapaz rebelde que estava sob os cuidados de Léa, uma mulher de meia idade. Como adolescente que era, Chéri preocupava-se mais com a sua diversão do que com a ideia de se casar e Léa repreendia-o constantemente por isso. Léa vai visitar a Sr.ª Peloux, uma mulher com muito dinheiro e mãe de Chéri. Depois de uma tarde de conversa, Léa e Chéri vão passear sozinhos e Chéri beija Léa para esta cair nos seus encantos. Léa mostra-se pouco impressionada e afirma já ter demasiada experiência com homens para cair nos encantos de um jovem. Léa percebe que Chéri estava crescido e durante esse Verão os dois ficam mais íntimos, trocando alguns beijos. Chega o dia de Chéri se casar e Léa tenta ficar apática à situação mas, após o casamento, perdeu as suas alegrias e chorava constantemente pelo seu amado. Léa decide partir sem alertar ninguém e sem informar sobre o seu destino.
O casamento de Chéri teve um resultado desagradável já que ele e a esposa Edmée discutiam constantemente. Numa discussão particularmente forte, Chéri saiu da casa que partilhava com a esposa e encontrou amigos antigos. Aqui, percebeu que Léa tinha partido sem avisar e fica preocupado. Chéri adia cada vez mais o seu regresso a casa da esposa. Três meses depois, Chéri decide fazer algumas compras para a esposa e decide visitá-la pessoalmente. Léa estava exausta da sua viagem fugitiva e decide regressar a casa.
Léa decide começar por visitar a mãe de Chéri que fica muito contente pelo seu regresso e actualiza-a sobre o casamento do seu filho. Léa sai de junto desta e regressa à sua casa, onde é surpreendida com a visita de Chéri. Os dois conversam e acabam por ter relações sexuais e adormecer. No dia seguinte, os dois conversam sobre a infância de Chéri aos cuidados de Léa e Chéri aos cuidados de Léa e Chéri faz um comentário que ofende Léa. Para se desculpar, Chéri confessa os seu amor por ela e conta-lhe que não tinha deixado de pensar nela durante o tempo em que ela esteve fora. Léa sente-se culpada por estar a "prender" um jovem a uma mulher "velha" como ela, obrigando-o a amá-la e pede-lhe para regressar à sua casa junto da sua esposa, separando-se da sua amante de longos anos.
sábado, 5 de maio de 2018
O Romance da Múmia
Obra: O Romance da Múmia
Autor: Théophile Gautier
Páginas: 278
Resumo:
Lorde Evandale e o doutor Rumphius, dois caçadores de tesouros, viajavam à procura de um túmulo. O lorde estava vestido com rigor e o egiptólogo mantinha o seu ar modesto típico de um sábio. Havia ainda um grego astuto que os levaria até ao túmulo e que enganava bastante bem. A equipa encontrou o túmulo que procurava. Ao penetrarem no seu interior, sentiram um calor abrasador e perceberam que os sarcófagos estavam escondidos e o grego ficou responsável por descobri-los. Encontram o túmulo e o grupo fica admirado quando percebe que este pertencia a uma mulher, apesar de estar no local dos túmulos de faraós. O lorde paga ao grego o dinheiro que lhe tinha prometido com a descoberta. Abriram o sarcófago e observando a múmia, perceberam que a múmia tinha um manuscrito que, após três anos, foi traduzido completamente e deu origem à obra. O lorde e o doutor regressaram à Europa, levando a múmia consigo.
A história muda para o Antigo Egipto, na cidade de Oph. Enquanto todos dormiam, uma jovem adolescente tocava harpa no Palácio. Tahoser, uma mulher de poder, ouvia a música. Começa a ficar incomodada com a música e Sarou, a harpista, procura tocar mais animadamente mas a melancolia de Tahoser aumentou. Nofré, ao ver a jovem triste, pede às dançarinas e músicas que saiam para falar com a ama. Nofré questiona Tahoser sobre a sua tristeza e esta admite que, apesar de ter todas as riquezas que desejasse, havia um desejo amoroso que ela não conseguia concretizar. Nofré supõe que a sua ama apenas estava desgostosa devido à partido do faraó que a amava apesar de não ser correspondido.
O faraó regressa da sua viagem marítima e todos estão à espera dele. Nofré e Tahoser vão para as ruas onde estava a decorrer um cortejo para receberem o faraó. Tahoser estava apaixonada por Poëri. Tahoser vende-se de forma modesta e vai ao encontro da casa do seu amado. Poëri, ao pensar que se tratava de uma mendiga, convida-a para sua casa. Tahoser apresenta-se como Hora, uma pobre jovem que não tinha ficado com dinheiro dos pais quando estes faleceram. Poëri aceitou acolher a frágil jovem para realizar tarefas domésticas junto das outras mulheres. Poëri pede a Tahoser para lhe tocar a Banderra e esta obedece, deixando-o admirado. Esta continuou a tocar até que o seu amado adormecesse.
Nofré, no dia seguinte, estranhou o facto de não ver a ama. Junta com outro criado da casa foram procurar a ama mas sem resultado. Nofré continuou as suas buscas, até que o faraó descobriu que a sua amada tinha desaparecido. Tahoser continuava na propriedade de Poëri e estranha o facto de este sair durante a noite. Certa noite decide segui-lo. Após atravessar o Nilo a nado, encontra o seu amado abraçando e beijando outra jovem. O faraó tornou-se frio, ignorando qualquer beleza que encontrava. Ouviu falar sobre uma pobre jovem que tinha atravessado o rio e pensou que pudesse ser a sua amada disfarçada, enviando vários barcos à sua procura.
Poëri voltou a encontrar-se com a rapariga misteriosa e esta mostra-lhe o corpo de Tahoser que tinha sido encontrado doente. A amada de Poëri explica a este que Tahoser não era uma camponesa e que se tinha disfarçado porque o amava. Tahoser foi tratada por um ancião e acordou. Poëri é a sua amada explicaram a Tahoser que esta podia ser a segunda esposa de Poëri se renunciasse à sua pátria e religião. No entanto, a serva da amada de Poëri se renunciasse à sua pátria e religião. No entanto, a serva da amada de Poëri visita o faraó e leva-o para junto de Tahoser. O faraó, ao ver a sua amada adormecida, agarra-a nos seus braços e levá-la para o seu palácio. Aqui, dedica o seu amor a Tahoser e, ao perceber que esta amava outro, prometeu esperar que esta o amasse.
Poëri e a sua amada estranham o desaparecimento de Tahoser e a serva afirma que esta tinha fugido por ter medo do compromisso com a religião de Jeová praticada pelos dois. Moisés e Abraão visitam o faraó, espalhando o desejo de Deus. O faraó não acreditou neles e ordenou que fossem trabalhar com os escravos. Estes pediram que o faraó os deixasse ir louvar o seu Deus para o deserto. O faraó continua a não acreditar. Quando o primogénito do faraó morre e este mostra emoção, Tahoser apaixona-se por este.
O faraó manda um exército atrás dos israelitas mas é impedido quando Moisés abre as águas do mar e os tesouros do faraó são inundados.
domingo, 29 de abril de 2018
A Raça Maldita
Obra: A Raça Maldita
Autor: Marcel Proust
Páginas: 133
Resumo:
Esta obra é dividida em vários contos:
Dias de Leitura:
O narrador lembra a sua infância e os momentos que passava a ler. Relembra a sua casa e compara o seu quarto a obras de arte e de música. Passava o dia a ler e à noite escondia-se dos pais para ler. O narrador inicia uma reflexão sobre os livros que marcaram a sua infância. Comenta a opinião de Ruskin sobre a importância da leitura e defende que a leitura não é uma disciplina mas sim uma forma de nos introduzir à vida espiritual, cabendo-nos a nós pensar por nós próprios com base nos ensinamentos dos livros.
Raça Maldita:
Numa vila, o narrador é convidado para um baile pela família economicamente poderosa de Guermantes, com quem tinha um grau de parentesco. O narrador aceita o convite e leva uma flor para a princesa de Guermantes. A princesa cumprimentou-o e o narrador perdeu a sua timidez. Passou a frequentar mais vezes os bailes dos Germantes. O conde de Quercy adormece num dos bailes por estar muito cansado. O narrador, após observar o conde por muito tempo, percebe que este faz parte da "raça maldita", ou seja, faz parte do grupo de homens que são dos homossexuais e têm características femininas. A "raça maldita" tem este nome já que é perseguida e recusada pela sociedade, já para não falar que lhes é difícil encontrar o amor. Ele apaixonou-se por uma mulher mas, quando esta morreu, sentiu vergonha da sua sexualidade. Com o tempo, ganhou orgulho por esta e por si mesmo.
Sentimentos filiais de um parricida
Quando os pais do narrador morreram, este começou a agir como eles, dando-se com os amigos destes e escrevendo cartas como eles. Quando o Sr. Van Blarenberghe morreu, o narrador mandou cartas de condolência para a esposa e filho. Ao receber a resposta do filho do falecido, o narrador percebe que este escondia atrás da sua aparência uma personalidade cativante. O narrador, impressionado, pensa em responder à sua carta mas acaba por adiar. Certo dia estava a ler o jornal quando leu a notícia de que o filho do Sr. Van Blarenberghe se tinha suicidado alguns dias após matar o seu pai e, mais tarde, a sua mãe. O narrador fica abismado, sem saber distinguir realidade de ficção e verdade de mentira.
A morte de Bergotte
Bergotte era uma senhora muito doente. Afinal era um senhor que vivia sozinha e gastava muito dinheiro com "rapariguinhas". Antes de falecer, Bergotte sofria de insónias. Apesar de ele não fazer nada, aconselharam-no a descansar, já que o seu problema supostamente se devia ao cansaço. Foi a outro médico que lhe deu um medicamento para ser consumido em pequenas quantidades. Bergotte começou a tomar vários medicamentos sem consultar um médico. Após visitar uma exposição, descansou e adormeceu, não voltando a acordar. Foi sepultado mas nunca se acreditou verdadeiramente que ele tinha falecido, como se estivessem todos à espera que ressuscitasse.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
O Crime de Lorde Arthur Savile
Obra: O Crime de Lorde Arthur Savile
Autor: Oscar Wilde
Páginas:75
Resumo:
Num evento formal, o senhor Podgers decide ler a mão das damas e senhores presentes. Lorde Arthur Savile sente curiosidade e pede-lhe para ler a sua mão. Ao ver a mão do Lorde, o senhor Podgers empalidece. Afirma que o Lorde Arthur iria fazer uma viagem e perder um parente distante. Lorde Arthur Savile fica inquieto e tem o pressentimento de que algo de mau estava prestes a aconteceu. Descontente com a resposta obtida, volta a falar com o quiromante e este lê a palma da sua mão em privado.
O quiromante afirma que o Lorde iria cometer um homicídio essa noite. O Lorde fica chocado e sai rapidamente do edifício, navegando pelas ruas e pensando constantemente no sucedido. Amanhece e ele vai para casa. No dia seguinte acorda e toma um banho relaxante. Decide fazer uma surpresa à sua amada e mandou fazer um ramo de flores. Passeia pelas ruas e vai à biblioteca onde lê um livro sobre Toxicologia. Preparou uma receita do livro. Ofereceu o frasco com esta a Lady Clementina, afirmando que iria tratar a azia desta. Nessa noite encontrou-se com a sua amada e deu-lhe a notícia de que precisava de adiar o casamento devido a um trabalho.
Chega a Viena e dias mais tarde recebe a notícia sobre a morte de Lady Clementina e fica feliz. Regressou a casa e percebeu que Lady Clementina não tinha tomado o veneno, tendo morrido de morte natural. O Lorde decide então explodir a casa do governador. No entanto, este tinha viajado durante semanas e ninguém tinha morrido já que havia uma falha com a bomba.
Em Londres, o Lorde vê o quiromante na rua e decide atirá-lo para o rio Tamisa. Visita várias vezes a casa do quiromante para ter a certeza de que este estava morto até que lê a notícia de que um quiromante se tinha suicidado. O Lorde ficou extasiado ao perceber que era a sua vítima e vai a casa da sua amada. O casamento é remarcado para três semanas depois. Os dois casaram-se e tiveram dois filhos. Lorde Arthur Savile foi feliz durante o resto da sua vida.
domingo, 8 de abril de 2018
O Pêndulo de Foucault
Obra. O Pêndulo de Foucault
Autor: Umberto Eco
Páginas: 718
Resumo:
Um rapaz e uma rapariga observam o Pêndulo de Foucault. Casaubon procura esconder-se para passar a noite no museu. Dois dias depois, o homem misterioso está a descansar quando recebe uma chamada de um companheiro que afirmava que os Templários o estavam a perseguir porque achavam que ele tinha um mapa. Ao perceber que o Plano que eles tinham inventado afinal era real, Casaubon procura pesquisar mais sobre este. Descobre a expressão "nome de Deus" que o faz recordar a origem da aventura do trio de amigos Casaubon, Belbo e Diotallevi.
Casaubon relembra como conheceu Belbo, dono de uma editora, e sobre como este tinha interesse na tese sobre os Templários que Casaubon estava a fazer. Os dois começaram a discutir o assunto e mais tarde conhecem Diotallevi que se junta à conversa. Os três descobrem que mais pessoas pelo mundo tinham interesse pela história dos Templários e começam a fazer reuniões para obter mais conhecimento. Os três acabam por descobrir que os Templários procuravam descobrir o Santo Graal e a curiosidade por estes despertou ainda mais.
Casaubon tinha ido para o Brasil onde ouve sobre um ritual que Belbo presenciou no qual uma rapariga afirmava saber sobre os Templários. No dia seguinte, a rapariga tinha desaparecido. Casaubon decide dedicar-se a ler tudo o que encontrava sobre os Templários. Junta.se ainda, no Rio de Janeiro, a uma Ordem da Rosa-Cruz Antiga e Aceite e presencia um ritual típico.
Casaubon regressa a Itália sem saber quem era devido a uma recente separação amorosa e dedica-se à pesquisa de metais. O grupo, que entretanto tinha crescido, decide visitar os pontos de passagem dos "trinta e seis invisíveis" e começam a adquirir cada vez mais informação. Visitam vários lugares, presenciando rituais e jardins misteriosos e Casaubon conhece Lia por quem se apaixona. Lia aconselha Casaubon a ter cuidado para não se apaixonar por aquela aventura e ficar preso a esta. O grupo descobre textos de vários capítulos da História e ganha um particular interesse pelo Pêndulo de Foucault. Decide pesquisar mais sobre este e descobre que este era uma pista para descobrir qual o segredo descoberto pelos Templários.
Neste momento, o grupo percebe que a sua aventura tenha fugido de controlo e que o que ao início era só diversão, podia estar a pôr as suas vidas em risco. Casaubon procura por Belbo, que estava nas mãos dos Templários, e descobre textos nos quais este admite que estava a ser castigado por ter brincado com escrituras sagradas. Decide assim entregar-se num ritual de Templários como sacrifício humano. Casaubon vai ao Pêndulo e presencia o ritual onde outros membros do grupo se encontram. Casaubon fica em estado de choque e sai do local. Lê mais textos de Belbo e percebe que os Templários tinham pensado que o Plano era real e que eles tinham um papel neste. Diotallevi morre de cancro e Casaubon escreve tudo o que descobriu e o surgimento do Plano. Espera ainda que os Templários o venham buscar tal como fizeram com Belbo e espera que estes, ao lerem os escritos, percebam que aquilo tinha sido só uma brincadeira de amigos.
terça-feira, 3 de abril de 2018
O Vermelho e o Negro
Obra: O Vermelho e o Negro
Autor: Stendhal
Páginas:570
Resumo:
O senhor Rênal pede ao velho Sorel para o filho deste dar aulas aos seus filhos. Julião, o filho do velho Sorel, era um amante de leitura e de Deus, conversando frequentemente com o padre. A senhora Rênal abre a porta a Julião na sua chegada e pede-lhe que trate bem os filhos e que nunca lhes bata. Julião fica interessado na senhora Rênal, sem nunca tentar nada, mas fica furioso quando esta lhe tenta dar algum dinheiro de recompensa. A criada de quarto da senhora Rênal era extremamente apaixonada por Julião mas este recusa-a. A senhora Rênal, ao ver a criada triste, pensa em falar com Julião mas começa a questionar-se sobre se ela o amava também. A senhora Derville, uma amiga da família, visita a casa. Certo dia, Julião foi repreendido pelo senhor Rênal que o acusou de ter abandonado as crianças. Julião ficou ofendido e o senhor Rênan procurou compensá-lo com um aumento salarial.
A senhora Rênan fica cada vez mais apaixonada por Julião e fica destroçada quando este vai passar três dias de férias com um familiar. Nestas férias recebeu uma proposta de emprego e acaba por aceitá-lo, deixando a família Rênan. Julião, no entanto, não se conteve e durante a noite visitou a senhora Rênan. Julião acaba por regressar ao seu emprego naquela família. Os dois amantes começaram a estar mais tempo juntos, dando longas caminhadas. Certo dia, o rei visita a família. Julião conversa com o clero que acompanhava o rei. O bispo realizou uma missa emocionada que levou às lágrimas muitos dos presentes.
Um dos filhos da senhora Rênan adoece e esta e Julião ponderam separar-se para diminuir o crime pelo qual estavam a ser castigados. A criança começa a melhorar mas Julião continua a ponderar a ideia de partir. Os dois amantes continuam a encontrar-se durante a noite e o senhor Rênan começa a ganhar suspeitas. Uma carta anónima confirma ao esposo as suas suspeitas e este fica com vontade de matar a mulher. No entanto, esta consegue usar cartas falsificadas para comprovar a inocência de Julião. O marido acredita mas continua a defender que Julião devia fazer uma viagem por alguns dias.
Julião acaba por se instalar noutra casa, continuando a receber visitas da família Rênan. Julião visitou a cidade de Besançon para entrar no seminário. Ganha amizade com uma empregada de bar. Julião era constantemente envolvido por uma forte melancolia, principalmente ao saber que a sua amada se tinha tornado devota e que várias vezes visitava aquela cidade.
Julião consegue ascender como vigário e, mais tarde, substituiu o cura que tinha falecido. Julião era rejeitado por alguns dos seus companheiros por ter ideias demasiado diferentes. Organiza uma procissão com a ajuda do abade Chas que sempre o apoiava. Ao perceberem que Julião era o preferido de vários abades, os seus companheiros começaram a ter ciúmes.
Julião encontra a senhora de Rênan e os dois abraçam-se. Exprimem a saudade que tinham um do outro e Julião percebe que esta lhe tinha enviado várias cartas que nunca tinham sido entregues. Julião visita a sua amada na casa desta para se despedirem antes de esta partir para Paris. Foi encontrada a escada onde Julião tinha subido e o marido da sua amada suspeita de ladrões. Julião consegue saltar da janela e fugir.
Julião parte para Paris onde iria ficar durante algum tempo conheceu o senhor e a senhora La Mole e ficou hospedado com estes. Julião era bem cuidado nesta casa mas causava algum impacto nos convidados devido ao seu vestuário. Julião ganha admiração por parte de um marquês que aceitou a sua ajuda nos negócios. A filha dos senhores La Mole ganhou algum interesse em Julião, apesar de ficar descontente por este não a seduzir. Matilde começa então a tornar-se fria para com Julião mas este, ao ter pena do seu sofrimento, acaba por se apaixonar. No entanto, Matilde acaba por mostrar sinais de que já não ama Julião o que deixa este magoado.
Julião conhece a Marechala de Fervaques e fica fascinado com esta. A marechala no entanto não tinha qualquer interesse nele. Matilde, que antes desprezava Julião, fica com ciúmes da marechala. Matilde engravida de Julião e os dois casam em segredo o que magoa o senhor La Mole. Julião encontrou a senhora de Rênal numa igreja e alvejou-a. Foi preso e a senhora de Rênal acaba por sobreviver. Ao saber que esta tinha sobrevivido, Julião fica mais aliviado. Matilde, por ser esposa de Julião, visitava-o com frequência. Julião pede a Matilde que deixe o filho a cuidado da senhora de Rênal e que se case com o marquês de Croisenois.
Deu-se o julgamento de Julião e este foi condenado à morte. Matilde insistiu para que Julião assinasse um papel que o livraria da morte mas este recusa. Julião é decapitado e Matilde segue o seu desejo de ser sepultado com luxo. Três dias depois da morte de Julião, a senhora de Rênal falece.
domingo, 1 de abril de 2018
Cinco Semanas em Balão
Obra: Cinco Semanas em Balão
Autor: Júlio Verne
Páginas: 304
Resumo:
O Dr. Samuel Fergusson era um homem misterioso mas muito adorado pela assembleia. Apresenta a sua missão de atravessar toda a África num balão. O povo considera que o Dr. Fergusson era uma quimera e não acreditaram.
Dick Kennedy era um parente 0próximo de Fergusson e ambos tinham um caráter semelhante. Dick, ao ouvir a notícia sobre a viagem de balão visita Fergusson para o impedir de cometer aquela loucura. No entanto, o doutor explica o seu plano de viagem e Dick, ao perceber que este tomou todas as precauções necessárias, acaba por aceitar acompanhá-lo. Joe, o criado de Fergusson, também vai acompanhar a dupla nesta aventura. Os três embarcaram num navio para chegarem à zona onde deveriam levantar voo. Chegaram ao Cabo da Boa Esperança e subiram no balão, despedindo-se dos restantes tripulantes do navio.
Passaram ao longe pelo país de Uzaramo para não serem atingidos por arcos. Durante a noite, fizeram turnos para vigiar o balão e os outros dois companheiros. Os três acabaram por ficar com sintomas de febre mas, quando o Vitória, o balão, começou a subir, melhoraram. Dick mata um blawe-baço, um animal selvagem, e os três partilham a sua carne. Um grupo de macacos rodeia o balão mas não fazem dano. Chega a noite e descansam.
Visitaram Kazeh onde foram recebidos pelos indígenas e visitaram o palácio do sultão. Partiram novamente. Durante a noite houve uma tempestade e o balão teve que subir bastante para não ser atingido por esta. No dia seguinte, quando pensavam que tinham aterrado em terra, aterraram nas costas de um elefante que se começou a mover. Alvejaram o elefante e Joe cozinhou a carne. Conseguiram chegar ao Nilo e decidiram desembarcar numa ilha. Como a ilha era habitada, abriram fogo para assustar os indígenas.
Voltaram a partir para os céus. Desceram novamente numa floresta para observar as árvores e encontraram duas tribos a lutar. Partiram daquele lugar e encontraram um sacerdote francês na mão dos indígenas. Conseguem regatá-lo e embarcam-no no balão. O sacerdote, no entanto, acaba por morrer horas mais tarde e os seus companheiros sepultam-no.
A água começou a faltar. No meio do deserto pensam ter encontrado outro balão mas era apenas uma miragem. Os três companheiros começaram a enlouquecer devido à falta de água mas acabam por encontrá-la. Surge agora um novo problema: se a viagem se prolongasse, não iriam ter comida suficiente. Ao chegarem novamente a terra, Kennedy caça patos selvagens. Chegaram a Kernak onde viram o governador da região. Continuaram a sua viagem.
Foram atacados por um abutre mas o doutor tinha um balão extra. Joe separou-se do grupo. O doutor estava já comprometido a partir sem ele mas felizmente acabaram por encontrar o rapaz. Continuaram a viagem e encontraram um enxame de gafanhotos. Foram perseguidos por uma tribo indígena e precisaram de deitar fora os objetos que enchiam o balão para conseguirem subir. O balão foi alvejado e os três tripulantes apenas conseguiram chegar junto de navegadores franceses através de uma corrente forte. Os franceses ajudaram o três companheiros a chegar a Londres e a aventura foi conhecida e elogiada por toda a Europa.
sábado, 31 de março de 2018
Teatro
Obra: Teatro
Autor:Augusto Sobral
Páginas:390
Resumo:
D. Sebastião
Neste excerto existem dois cenários:
No primeiro, Martim Vaz, um homem idoso que tinha perdido a sua fé na religião, conversa com um padre que lhe tenta restaurar a fé. Martim Vaz afasta-se do sermão do padre e visita D. Sebastião, o rei, do qual era conselheiro. O rei desabafa sobre o sentimento de impotência que sentia pela sua posição e Martim Vaz aconselha-o a ganhar ânimo e a falar com outros conselheiros. Os dois presencial a saída das naus para descobrirem novos mundos e Martim Vaz não mostra qualquer entusiasmo pela missão. Martim Vaz começa a ficar mais animado e retoma a companhia dos outros soldados. Num acidente, Martim Vaz falece e D. Sebastião pretende preservar a memória deste.
No segundo cenário, um Marujo está numa estalagem a beber e acaba por ofender a dona do estabelecimento com as suas canções. A dona do estabelecimento ouve um rumor de que o rei estava disposto a comprar tudo o que fosse trazido da viagem e fica interessada. Um cobrador de impostos para junto do seu estabelecimento após a dona ouvir falar de um trabalho no alto mar onde podia ganhar dinheiro.
Consultório
Um casal de idosos e um jovem conversam na sala de espera de um médico. O senhor do casal tinha sofrido um esgotamento quando o filho morreu e acreditava que o filho tinha fugido de casa. O senhor começa a acreditar que aquele jovem era o seu filho e a esposa pede ao rapaz que finja que concorda. Este assim fez e o senhor ficou a pensar que tinha visto o filho e que este estava bem.
O Borrão
O Conferente e o Presidente fazem um discurso. Após este, os dois ficam sozinhos na sala com um Velho que lhes tenta entregar um cartão com o seu nome e a sua profissão. Após uma conversa demorada entre o Conferente e o Presidente, acabam por aceitar o cartão do guarda-livros. O Presidente tem um ataque de fúria quando vê que o Velho tinha estado ali à meia-noite e meia e o Conferente acalma-o. O Velho acaba por deixar cair tinta para o seu cartão e fica atrapalhado mas os outros dois acalmam-no. A cena acaba com o Conferente a dar boleia ao Velho.
Os Degraus
Prometeus era um jovem que pertencia a um grupo secreto. Não seguiu as instruções dadas pelos seus colegas e foi capturado pela policia, deixando os seus companheiros com receio de que ele contasse algum segredo. O Coronel, ao ver o rapaz, informa o pai deste sobre a sua prisão. O pai fica desolado e humilhado com a notícia. Prometeu tinha uma esposa e um filho que também ficaram abatidos com a notícia. A mãe de Prometeu e a esposa visitam-no e pedem que este fale com o pai após anos de ausência. Prometeu recusa-se dizendo que não tem pai. Prometeu recusa ainda ter uma esposa e um filho, o que magoa a sua mulher. Prometeu afirma ainda que odiava a vida e que viviam em niilismo puro. Prometeu acaba por regressar ao seu grupo secreto. O Coronel segue-o e prende os membros. A cena acaba com Prometeus a dirigir-se ao seu quarto e a expôr o seu plano para derrubar o reino de seu pai.
Quem matou Alfred Mann?
Elisa e Alfredo, um casal de 60 anos passeia pela beira-mar. Elisa repreende o marido por estar sempre cansado. Alfredo exprime a sua vontade de cometer suicídio e leva a esposa para uma zona abrigada de bombas, guerras, homens e animais. Alfredo admite que tinha construído aquele abrigo nos últimos 20 anos e até tinha construído uma máquina que cozinhasse. Elisa admite não querer estar ali e tenta sair mas Alfredo mostra-lhe uma gravação falsificada que anuncia que está uma guerra a acontecer na superfície. No mundo superior, a polícia supõe que o casal foi raptado e procura-o. Elisa afirma que por vezes acredita em Alfredo e noutras não e recomenda que o melhor seria que ela saísse para saber se era verdade. Alfredo ao início mostra resistência mas acaba por ensinar a Elisa como sair. Nesse momento, Elisa desiste da sua ideia e os dois começam a fazer um jogo no qual não se conhecem. Alfredo começa a levar o jogo demasiado a sério e esconde-se. Elisa tenta encontrá-lo mas, ao perceber que não consegue, sai do esconderijo. Ao sair, encontra um casal de pescadores e fica feliz por haver sobreviventes. A polícia chega e leva Elisa e o casal para fora dali.
Memórias de uma Mulher Fatal
Olinda, uma mulher fatal, inicia a escrita de um monólogo. Apresenta-se como filósofa e recorda a sua mãe. Recorda a sua vida de sucessos. Tenta escrever poesia mas acaba por criar frases já ditas. Recorda-se de uma canção inglesa. Tenta falar de história mas engana-se na história de Alexandre, o Grande. Desliga Gestalt, a Voz-Off que a corregia e fica desesperada quando não consegue reativar esta voz. Acaba por conseguir corrigir o seu erro e Gestalt diz-lhe que é imperativo que ela escreva as suas memórias. Estava contrariada mas Gestalt coloca-lhe um capacete que desperta as memórias de Olinda. O ciclo é novamente iniciado.
Bela-Calígula
Uma atriz ensaia as suas falas. Calígula chega e ajuda a atriz a decorar as falas. Os dois conversam sobre Florbela Espanca e sobre o reinado de Calígula no Império Romano. Calígula procura saber mais sobre a infância da atriz mas esta afirma não ter memórias. Após os ensaios Calígula sai e a atriz decide que se deveria aproximar da família. O actor que fazia de Calígula chega para o ensaio.
Abel Abel
Abel vivia com o irmão Albino e com a mãe. Abel trabalhava no ferro-velho e por isso levou a cadeira de um homem idoso que tinha desaparecido para o seu emprego. Albino tinha ciúmes do irmão e do facto de a mãe lhe dar mais atenção. Certo dia Abel desaparece e a mãe acusa Albino de ter assassinado o irmão. Este nega tê-lo feito mas, quando um polícia o questionava junto com a mãe, enlouquece e foge com a faca, gritando a Abel que o queriam incriminar.
Autor:Augusto Sobral
Páginas:390
Resumo:
D. Sebastião
Neste excerto existem dois cenários:
No primeiro, Martim Vaz, um homem idoso que tinha perdido a sua fé na religião, conversa com um padre que lhe tenta restaurar a fé. Martim Vaz afasta-se do sermão do padre e visita D. Sebastião, o rei, do qual era conselheiro. O rei desabafa sobre o sentimento de impotência que sentia pela sua posição e Martim Vaz aconselha-o a ganhar ânimo e a falar com outros conselheiros. Os dois presencial a saída das naus para descobrirem novos mundos e Martim Vaz não mostra qualquer entusiasmo pela missão. Martim Vaz começa a ficar mais animado e retoma a companhia dos outros soldados. Num acidente, Martim Vaz falece e D. Sebastião pretende preservar a memória deste.
No segundo cenário, um Marujo está numa estalagem a beber e acaba por ofender a dona do estabelecimento com as suas canções. A dona do estabelecimento ouve um rumor de que o rei estava disposto a comprar tudo o que fosse trazido da viagem e fica interessada. Um cobrador de impostos para junto do seu estabelecimento após a dona ouvir falar de um trabalho no alto mar onde podia ganhar dinheiro.
Consultório
Um casal de idosos e um jovem conversam na sala de espera de um médico. O senhor do casal tinha sofrido um esgotamento quando o filho morreu e acreditava que o filho tinha fugido de casa. O senhor começa a acreditar que aquele jovem era o seu filho e a esposa pede ao rapaz que finja que concorda. Este assim fez e o senhor ficou a pensar que tinha visto o filho e que este estava bem.
O Borrão
O Conferente e o Presidente fazem um discurso. Após este, os dois ficam sozinhos na sala com um Velho que lhes tenta entregar um cartão com o seu nome e a sua profissão. Após uma conversa demorada entre o Conferente e o Presidente, acabam por aceitar o cartão do guarda-livros. O Presidente tem um ataque de fúria quando vê que o Velho tinha estado ali à meia-noite e meia e o Conferente acalma-o. O Velho acaba por deixar cair tinta para o seu cartão e fica atrapalhado mas os outros dois acalmam-no. A cena acaba com o Conferente a dar boleia ao Velho.
Os Degraus
Prometeus era um jovem que pertencia a um grupo secreto. Não seguiu as instruções dadas pelos seus colegas e foi capturado pela policia, deixando os seus companheiros com receio de que ele contasse algum segredo. O Coronel, ao ver o rapaz, informa o pai deste sobre a sua prisão. O pai fica desolado e humilhado com a notícia. Prometeu tinha uma esposa e um filho que também ficaram abatidos com a notícia. A mãe de Prometeu e a esposa visitam-no e pedem que este fale com o pai após anos de ausência. Prometeu recusa-se dizendo que não tem pai. Prometeu recusa ainda ter uma esposa e um filho, o que magoa a sua mulher. Prometeu afirma ainda que odiava a vida e que viviam em niilismo puro. Prometeu acaba por regressar ao seu grupo secreto. O Coronel segue-o e prende os membros. A cena acaba com Prometeus a dirigir-se ao seu quarto e a expôr o seu plano para derrubar o reino de seu pai.
Quem matou Alfred Mann?
Elisa e Alfredo, um casal de 60 anos passeia pela beira-mar. Elisa repreende o marido por estar sempre cansado. Alfredo exprime a sua vontade de cometer suicídio e leva a esposa para uma zona abrigada de bombas, guerras, homens e animais. Alfredo admite que tinha construído aquele abrigo nos últimos 20 anos e até tinha construído uma máquina que cozinhasse. Elisa admite não querer estar ali e tenta sair mas Alfredo mostra-lhe uma gravação falsificada que anuncia que está uma guerra a acontecer na superfície. No mundo superior, a polícia supõe que o casal foi raptado e procura-o. Elisa afirma que por vezes acredita em Alfredo e noutras não e recomenda que o melhor seria que ela saísse para saber se era verdade. Alfredo ao início mostra resistência mas acaba por ensinar a Elisa como sair. Nesse momento, Elisa desiste da sua ideia e os dois começam a fazer um jogo no qual não se conhecem. Alfredo começa a levar o jogo demasiado a sério e esconde-se. Elisa tenta encontrá-lo mas, ao perceber que não consegue, sai do esconderijo. Ao sair, encontra um casal de pescadores e fica feliz por haver sobreviventes. A polícia chega e leva Elisa e o casal para fora dali.
Memórias de uma Mulher Fatal
Olinda, uma mulher fatal, inicia a escrita de um monólogo. Apresenta-se como filósofa e recorda a sua mãe. Recorda a sua vida de sucessos. Tenta escrever poesia mas acaba por criar frases já ditas. Recorda-se de uma canção inglesa. Tenta falar de história mas engana-se na história de Alexandre, o Grande. Desliga Gestalt, a Voz-Off que a corregia e fica desesperada quando não consegue reativar esta voz. Acaba por conseguir corrigir o seu erro e Gestalt diz-lhe que é imperativo que ela escreva as suas memórias. Estava contrariada mas Gestalt coloca-lhe um capacete que desperta as memórias de Olinda. O ciclo é novamente iniciado.
Bela-Calígula
Uma atriz ensaia as suas falas. Calígula chega e ajuda a atriz a decorar as falas. Os dois conversam sobre Florbela Espanca e sobre o reinado de Calígula no Império Romano. Calígula procura saber mais sobre a infância da atriz mas esta afirma não ter memórias. Após os ensaios Calígula sai e a atriz decide que se deveria aproximar da família. O actor que fazia de Calígula chega para o ensaio.
Abel Abel
Abel vivia com o irmão Albino e com a mãe. Abel trabalhava no ferro-velho e por isso levou a cadeira de um homem idoso que tinha desaparecido para o seu emprego. Albino tinha ciúmes do irmão e do facto de a mãe lhe dar mais atenção. Certo dia Abel desaparece e a mãe acusa Albino de ter assassinado o irmão. Este nega tê-lo feito mas, quando um polícia o questionava junto com a mãe, enlouquece e foge com a faca, gritando a Abel que o queriam incriminar.
quarta-feira, 28 de março de 2018
Viagem ao Centro da Terra
Obra: Viagem ao Centro da Terra
Autor: Júlio Verne
Páginas: 268
Resumo:
O senhor Lidenbrock era conhecido em Mineralogia cujo carácter era por vezes temperamental. Vivia com a sua afilhada, com a cozinheira e com o sobrinho (o narrador). O senhor Lidenbrock encontra um livro da Islândia do século XVI e, com a ajuda do seu sobrinho, Axel, procura descobrir o seu significado. Axel descodifica o livro e percebe que este fala de uma viagem ao centro da Terra. Para impedir que o tio se aventurasse nesta, tenta esconder o livro. Como o tio tinha decidido que todos fariam greve de fome até ele descobrir o código, Axel revela a sua descoberta. O tio, emocionado, decide preparar as malas para começar a viagem com o sobrinho. Axel questionou o tio sobre a impossibilidade científica da missão, principalmente devido às temperaturas elevadas mas o tio rapidamente menciona factos de outros cientistas que provam o contrário. Os dois partiram deixando as duas mulheres sozinhas em casa. Partiram para Altona, depois para Kiel e por fim para Copenhaga onde ficaram hospedados durante a noite.
No dia seguinte, os dois foram para uma igreja alta para ganharem resistência às vertigens. Após cinco dias de treino, partiram de barco até Reiquejavique. Chegaram assim à Islândia, observaram a cidade de Reiquejavique e instalaram-se na casa do Sr. Fridriksson. No dia seguinte subiram ao vulcão Sneppels levando Hans, um caçador de êideres, como companheiro de excursão. De noite, hospedaram-se numa pensão na montanha e no dia seguinte continuaram e no dia seguinte continuaram a excursão. Começaram a descer pelo interior do vulcão e, quando encontraram uma superfície sólida, descansaram. No dia seguinte, continuaram a viagem e Axel ficou fascinado quando encontraram lava. O tio ficou fascinado com os minerais primitivos que encontrou. Encontram ainda uma mina de carvão. Começa a haver o problema de falta de água e a equipa pensa em regressar para trás para se reabastecer mas Axel encontra a motivação para continuarem. Acabam por encontrar um rio subterrâneo. Axel acaba por se separar dos dois companheiros sem se aperceber mas acabou por os encontrar. Encontraram um mar onde havia uma vasta vegetação. Construíram uma jangada e atravessaram o mar. Encontram dois animais marinhos primitivos. A jangada bate em rochedos e acabam por encontrar terra. Exploraram a costa e encontraram animais terrestres gigantes.
Encontraram um rochedo que lhes impedia o caminho e decidiram miná-lo. Com o impacto, os três acabam por cair num poço. A bússola começa a ficar instável e o vulcão entra em erupção. Ao chegarem à superfície percebem que estavam no vulcão Stromboli na Sicília. Regressaram a casa e Axel voltou a ver a sua noiva Grauben (a afilhada do Sr. Lidenbrock).
Os dois viajantes foram reconhecidos como heróis. Hans regressou para a Islândia e tio e sobrinho percebem que a tempestade tinha invertido os pólos da bússola. Axel casa-se com a sua amada e o tio torna-se o ilustre Dr. Otto Lidenbreck, especialista em ciência, geografia e mineralogia, reconhecido por todo o mundo.
domingo, 18 de março de 2018
After Dark - Os Passageiros da Noite
Obra: After Dark - Os Passageiros da Noite
Autor: Haruki Murakami
Páginas:224
Resumo:
Num restaurante no meio do "bairro de diversão" está uma jovem a ler bebendo um copo de café. Um jovem entra no estabelecimento e reconhece Mari (a rapariga). Senta-se junto dela e os dois conversam sobre o dia em que se conheceram: Eri, a irmã popular de Mari, tinha levado Mari para um encontro a quatro quando uma rapariga faltou. Mari ficou como par de Takahashi, aquele jovem, mas mal falava com ele. O rapaz tocava trombone numa banda e os dois começam a discutir sobre música, percebendo que tinham gostos parecidos. Enquanto isso, Eri Asai, a irmã de Mari, está adormecida na sua cama.
Mais tarde, Mari está novamente a ler sozinha quando uma mulher chega à mesa dela e senta-se ao seu lado. Mari descobre que tinha sido Takahashi quem tinha enviado a mulher. A mulher afirma que precisava da ajuda de Mari para traduzir a conversa de uma mulher chinesa que tinha sido agredida. Mari aceita ajudar e é levada para uma casa de prostitutas onde estava a vítima. A vítima explica que lhe tinha vindo a menstruação enquanto estava com um cliente e este ficou furioso, agredindo-a. No quarto de Eri, onde esta repousa, está um homem com uma máscara semi-transparente.
Mari e Kaoru (a mulher misteriosa) vão para um bar e conversam sobre a experiência de cada uma na escola. Mari admite estar a aprender Língua e Cultura Chinesa na Universidade de Estudos Estrangeiros. Kaoru tinha sido lutadora profissional. Com a ajuda de Mari, Kaoru consegue imagens do agressor e entrega a fotografia a membros da Yakuza (máfia japonesa). Mari regressa ao restaurante e encontra novamente Takahashi que lhe agradece pela ajuda prestada a Kaoru. Takahashi confessa ainda a Mari que ia desistir da banda para estudar Direito.
Noutro cenário, Eri acorda e percebe que está num quarto parecido ao dela mas que lhe parece desconhecido. O homem da máscara tinha desaparecido e a porta do quarto estava trancada. Eri decide voltar a adormecer.
Takahashi e Mari conversam num banco de jardim e Takahashi admite que, certo dia, Eri tinha desabafado com ele e que tinha admitido que desejava ser mais próxima da irmã. Takahashi conta a história da sua infância: a mãe tinha falecido com cancro quando ele tinha sete anos e o pai estava preso. Os vizinhos e uma tia trataram dele até o pai sair em liberdade. Quatro anos depois da morte da mãe, o pai volta a casar-se.
Takahashi vai para o seu último ensaio na banda e Mari vai conversar com Korogi que lhe conta sobre a sua vida. Korogi andava fugida de um grupo perigoso e por isso estava num bordel. Mari ganha confiança com Korogi e confessa-lhe que Eri, a sua irmã, estava a dormir à dois meses, levantando-se apenas para comer. Ao ver a irmã neste estado, Mari não consegue dormir e, por isso, passeia pelas ruas de noite. Takahashi recebe uma chamada de um homem misterioso que o ameaça, dizendo que o iriam apanhar. Takahashi decide tomar o pequeno-almoço com Mari, Os dois conversam e marcam um encontro para quando Mari regressar do seu Erasmus a Pequim. Mari regressa a casa e vai ao quarto onde a irmã descansa. Sussurra à irmã que deseja que ela regresse ao normal e deita-se ao seu lado, adormecendo abraçado a Eri.
sábado, 17 de março de 2018
Pão com Fiambre
Obra:Pão com Fiambre
Autor:Charles Bukowski
Páginas: 364
Resumo:
Esta obra resume a infância e adolescência de Henry Junior. Recorda-se da visita aos avós, dos cigarros que o pai fumava e do carro que eles conduziam. Recorda-se de quando foi com os pais a um laranjal colher laranjas e foram proibidos pelo proprietário. O pai era um homem rude que desprezava crianças. Lembra-se de visitar o tio ao hospital e de o pai insultar o irmão brutalmente. Visita a esposa do outro irmão, que tinha fugido, e o pai critica-o constantemente.
Na escola, Henry conhece David que sofria bullying e ainda era insultado pela mãe. Estava a jogar basebol quando é colocado na equipa principal de basebol, fazendo com que fosse menos rejeitado pelos colegas. No futebol e no voleibol não era bom e era gozado pelos outros. No voleibol foi acusado de ter estado numa luta, sem ser verdade, sendo levado para o gabinete do diretor. Ao chegar a casa foi castigado pelo pai. Ganha uma amiga chamada Lila Jane. Henry recorda-se do momento em que a mãe descobriu que o marido a traía. Henry foi atropelado mas ficou apenas com arranhões. Fez um novo amigo, Red, que não tinha um braço. Red foi-se embora. Conhece um novo amigo, Frank, e os dois baptizam um cão para este poder ir para o céu.
Frank e Henry encontraram mais amigos: Gene, Eddie e Chuck. Chuck era cruel e punha Henry em situações desagradáveis. É possível acompanhar o crescimento de Henry, a pesquisa pelo desejo sexual e o aparecimento de borbulhas. Henry sai da escola e passa os dias na cama. Começa um tratamento para a acne que dura várias semanas. Como não estava a fazer efeito, a avó faz uma reza para expulsar os demónios do corpo do rapaz. Henry começa a devorar livros para se entreter em casa. Regressa à escola e torna-se um rufia. Tem um treinamento militar na escola.
Arranja um trabalho monótono que o deixa desanimado. Consegue acabar a escola e decide tornar-se escritor. O pai descobre e queima todas as roupas de Henry junto com a sua máquina de escrever e com os seus contos. Henry vai viver sozinho num apartamento degradado. Procura desesperadamente um trabalho mas sem resultado. Inicia apostas de lutadores e, quando percebe que o seu lutador estava a perder, sai do local.
quarta-feira, 7 de março de 2018
Vinte Mil Léguas Submarinas
Obra: Vinte Mil Léguas Submarinas
Autor: Júlio Verne
Páginas:528
Resumo:
Corre um rumor de que um animal gigante veloz estava a ser visto no mar. A população enraivecida apelava pela morte da criatura. Vários países envolveram-se na discussão sobre se o monstro era real ou não e muitos enviaram navios para caçar o monstro. Pedro Aronnax, um professor, aceita uma oferta valiosa do governo americano para encontrar o monstro. Embarca no navio Abraham Lincoln com o seu criado Conseil para ajudarem a matar a criatura. Farragut era o comandante do Abraham Lincoln. Ned Land era um pescador frio que estava no navio para ajudar a caçar a baleia gigante. No entanto, Ned não acreditava que este animal gigante existisse. A tripulação começa a ver uma luz anormal e a ouvir um som forte e Ned passa a acreditar no monstro. O animal é quase capturados pelos tripulantes mas mostra resistência, provocando danos no navio e deitando ao mar alguns dos tripulantes (Aronnax, Ned e Conseil). Um submarino encontra-os e rapta-os. Aronnax, Ned e Conseil pensam em maneiras de fugir mas não conseguem.
O comandante do submarino vai falar com eles e apresenta uma proposta: eles vão ficar no submarino como tripulantes ou vão ser lançados ao mar. Eles resistem mas percebem que não têm outra solução que não seja fazerem parte da tripulação do Nautilus. Aronnax e o comandante Nemo jantam juntos e o comandante leva o professor à biblioteca do submarino, à sua coleção de aparelhos de náutica e mostra-lhe o funcionamento do aparelho. O capitão explica ainda ao professor que tinha estudado engenharia, o que lhe permitiu construir o submarino. O capitão decide levar os três para a parte onde se conseguiam ver os peixes no seu ambiente natural. Nemo leva-os ainda a andar pelo mar com um fato especial para poderem caçar. Conseguem matar um peixe e levam-no para o navio.
Encontram uma ilha e a primeira vontade é de comer carne mas percebem que seria mais conveniente procurarem fruta e vegetais. Quando anoiteceu, eles voltaram para o submarino. Ned Land, no entanto ainda tinha um forte desejo de comer carne e por isso foram caçar cangurus. Esta caça faz com que homens selvagens percebessem a presença deles ali. Eles voltam para o submarino e são cercados pelos nativos que o preparam para assaltar. Um alçapão é aberto pelo capitão e alguns índios tentam entrar, retirando-se logo de seguida. O navio desancorou da ilha e partiu. O professor admite saber de medicina e o capitão pede-lhe para curar um dos membros da tripulação. O tripulante não sobrevive e é enterrado.
Segunda parte
A viagem subterrânea continua e cada vez vão mais fundo. Passam pelo mar vermelho e discutem a origem do nome. Passam por um tubo subaquático para o Mediterrâneo onde provaram um urso.marinho. Chegam ao Atlântico onde encontram um tesouro. Enquanto passeavam de noite pelo fundo do mar descobrem a cidade de Atlântida. No dia seguinte, entram num vulcão extinto através de um rio que atravessou este. Chegam ao polo sul e aguentam o extremo frio. O Nautilus fica preso no gelo mas eles conseguem soltá-lo. O professor, Ned e Conseil pensam em fugir para uma das terras próximas por estarem perdidos. Conseguem fugir e o submarino nunca mais foi encontrado.
sexta-feira, 2 de março de 2018
Frankenstein
Obra:Frankenstein
Autora: Mary Shelley
Páginas:221
Resumo:
Vítor tinha nascido em Itália. Os pais acolheram uma menina chamada Elisabeth e eles ficaram muito próximos. Vítor era muito curioso e estava sempre a ler livros de ciência. A mãe acabou por falecer. Vítor encontra um professor que lhe diz que os livros de ciência que ele tinha lido estavam desatualizados e deu-lhe uma lista de livros novos. Vítor ficou fascinado com os novos livros apesar de serem menos fantasiosos que os livros de alquimia e dedicou-se ao estudo da química. Era fascinado por anatomia e por saber de onde vinha a vida.
Após meses de estudo conseguiu dar vida ao corpo inanimado ao qual chamou Frankenstein. Durante estes meses não falou com a família, deixando esta preocupada. Decide enviar cartas a dizer que estava tudo bem. Recebe uma carta do pai a informar que o irmão tinha sido assassinado e decide visitar o pai e a prima Elisabeth. Vítor e Elisabeth percebem que a mulher acusada do assassinato do pequeno não era a verdadeira culpada mas, quando esta confessa no tribunal o crime (apesar de ser mentira), estes ficam sem saber o que fazer. Vítor tornou-se mais isolado, passando apenas tempo com a prima. Vítor decide regressar ao seu estúdio em Genebra e vê o "demónio" (a sua criação) que lhe conta o que tinha passado na sua ausência. O demónio conta-lhe como tinha sido acolhido por uma família pobre mas bondosa e que se tinha interessado numa jovem.
Por fim, a criação pede a Frankenstein que lhe crie uma noiva. Vítor recusa-se por não querer outro ser diabólico no mundo. Vítor acaba por aceitar, na condição de que o monstro e a noiva saíssem daEuropa. Vítor vai visitar novamente o pai e encontra Clerval, um amigo próximo, que estava maravilhado pelas paisagens que viu na sua viagem. Os dois decidem ir a Londres numa curta viagem. Vítor estava pronto para destruir a criação feminina que preparava mas o monstro persuadiu-o a acabar.
Vítor fica de cama durante meses devido à febre após descobrir que o seu amigo Clerval tinha também sido assassinado. O pai de Vítor vai visitá-lo e leva-o para Paris. Vítor suspeita que os assassinatos tinham sido feitos pela sua criação e percebe que nunca irá viver em paz com a sua amada prima. Apesar da melancolia que assombrava os dois, estes acabaram por casar. Embarcam no barco que os ia levar para a lua-de-mel. Vítor diz a Elisabeth para ir para o quarto que ele iria depois e, quando chega ao quarto, a sua amada tinha sido assassinada.
Vítor fica louco e conta a um magistrado as suas suspeitas de ser o seu monstro o culpado dos assassinatos e este diz que nada pode fazer já que o monstro parecia ter poderes sobrenaturais. Vítor sai de Genebra e vai à procura do monstro. O monstro envia mensagens ameaçadoras a Vítor. Vítor estava quase a encontrá-lo mas perde o rasto. Vítor desiste da vida e fica sem esperança de ser feliz.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Uma Questão Pessoal
Obra: Uma Questão Pessoal
Autor: Kenzaburo Oe
Páginas: 177
Resumo:
Bird era um professor de inglês de 27 anos cujo maior sonho era ir a África. Ele chega a comprar mapas de África mas o seu sonho não se concretizou. Tinha ainda problemas com o álcool. Enquanto passeava pelas ruas encontrou um gangue que o seguiu e agrediu. Bird conseguiu sair com apenas alguns ferimentos. Era casado e a sua esposa estava a dar à luz. Vai para o hospital onde se encontra a sua esposa e o médico alerta-o de que o bebé tinha um aspeto peculiar. Bird vai visitar o filho e descobre que este tem uma hérnia cerebral que lhe confere o aspeto de duas cabeças. O médico aconselha-o a mudar o filho de hospital. Bird aceita e, enquanto esperava uma ambulância, vai a casa mudar de roupa.
Quando vai novamente ver o filho, chora com a face monstruosa do seu bebé que estava coberto por ligaduras. Bird fala com a sogra que o aconselha a dizer à esposa que o bebé deles tinha falecido. Bird decide visitar o sogro, chefe do Departamento de Inglês. Contou-lhe sobre o bebé e este oferece-lhe uma garrafa de álcool para afogar as mágoas. Uma das ex-alunas de Bird, Himiko, era conhecido por realizar favores sexuais. Bird vai visitar Himiko a sua casa. Os dois conversam e bebem álcool. Bird confessa que imaginava que o seu filho estivesse morto e Himiko confessa que o seu marido se tinha suicidado. Os dois trocam mágoas e carícias sexuais.
Bird vai para o hospital, pensando que o seu filho estava morto mas descobre que este estava vivo. Vai conversar com o pediatra do bebé que lhe diz que o filho não tinha fígado. O médico menciona ue o bebé tinha que engordar para ser operado e Bird pondera que o melhor a fazer era deixar o filho morrer. O médico acaba por seguir o pedido do pai e o bebé fica a ser alimentado apenas por água com açúcar.
Bird visita Himiko num ataque de fúria e excitação mas, quando esta menciona que está no seu período fértil e que podia engravidar, Bird perde o apetite sexual. Vai visitar a esposa e apenas lhe diz que o bebé tinha um problema num órgão. A mulher ameaça-o de que, se o bebé não sobrevivesse, ela pediria o divórcio.
Bird é chamado à escola e, por ter vomitado nesta quando estava embriagado, é despedido. Vai ter com Himiko que estava com duas amigas e estas acalma-no.
Bird é chamado pelo hospital que lhe diz que o bebé pode ser operado. Bird responde que já não quer a operação e que iria levar o bebé mais tarde. Conta isto a Himiko que lhe fala de um médico que se especializava em se livrar de bebés que os casais não queriam.
Bird e Himiko decidem comprar roupas novas para o bebé para este estar pronto para conhecer o fim. Himiko apresenta a ideia de os dois partirem para África quando a esposa de Bird se divorciar dele e Bird aceita de forma dolorosa.
Os dois deixam o bebé no médico abortista e decidiram ir a um bar homossexual para Bird ver um antigo companheiro. Aqui, Bird percebe que, desde que o filho tinha nascido, ele tinha estado sempre a fugir. Percebe ainda que apenas lhe restavam duas opções para lidar com o filho: matá-lo com as próprias mãos ou criá-lo e cuidar dele.
Deixa Himiko no bar e leva o filho para o hospital para ser operado. O bebé foi operado e recupera junto dos pais que o criaram.
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
Origem
Obra: Origem
Autor: Dan Brown
Página:550
Resumo:
A obra é iniciada quando Edmond Kirsch sai do comboio e encontra-se com o bispo. Kirsch era um especialista em jogos e computadores. É guiado pelo bispo até à reunião com o Parlamento das Religiões do Mundo. Na reunião estavam o rabino Koves, o bispo Valdespino, Kirsch e o allamah Syed al-Fadl. Kirsch apresenta o motivo da reunião: tinha feito uma descoberta científica que iria abalar com todas as religiões.
Robert Langdon estava num museu. Encontrou um guia que esperava por ele e que lhe afirmou que ele e outros tinham sido chamados para ver uma palestra com Edmond Kirsch. Kirsch envia uma carta privada a Langdon a afirmar que, quando se encontrassem face a face, ele ia preencher os espaços vazios.
O almirante Luis Ávila está num bar e lembra-se de um acidente terrorista no qual tinha estado. Tinha uma tatuagem antiga e misteriosa numa das mãos. Ávila chama a polícia devido a um confronto com dois homens, agride-os e parte. Dá-nos a informação de que nessa noite se preparava para realizar a missão dada pelo Regente e aproxima-se do Museu Guggenheim.
Langdon recebe a informação de que cada convidado iria ter informações diferentes durante a palestra e por isso usa um auscultador. Langdon encontra Winston, o seu guia pessoal e um computador.
O rabino Koves tinha passado os últimos dias a ler o Génesis e a pensar no que Kirsch lhe tinha dito. O Parlamento das Religiões do Mundo volta a reunir-se para ponderar se era boa ideia ou não a mensagem de Kirsch ser partilhada pelo mundo. Ao saberem que Kirsch iria apresentar a sua descoberta nessa noite e que esta iria abalar as religiões, os três ficam sem saber o que fazer.
O allamah Syed al-Fadl foi raptado e levado para o deserto, sendo abandonado neste.
Langdon é instruído pelo seu guia a entrar numa sala específica do museu onde se encontrava uma espiral. Langdon entra nesta e, no centro, encontra Kirsch. Os dois conversam de forma informal e Kirsch admite precisar de um conselho de Langdon. Conta-lhe sobre a magnitude da sua descoberta e pergunta-lhe se considera o bispo Valdespino perigoso. A apresentação começa e Langdon dirige-se ao auditório. O allamah Syed al-Fadl aparece morto no deserto.
Três milhões de pessoas assistiam à apresentação e até a Guarda Real Espanhola, estava presente.
O rabino Koves e o bispo Valdespino conversam e recebem a notícia de que o allamah tinha~se suicidado. Os dois não acreditam e desconfiam que alguém o tinha assassinado para esconder a informação que Kirsch procurava apresentar ao mundo. A apresentação decorria perfeitamente quando a Guarda Real entra de rompante e Kirsch é alvejado por um atirador misterioso que rapidamente foge da cena do crime. Langdon percebe que tem a missão de encontrar o atirador. Langdon é interrogado pela polícia e afirma que o nome do atirador era Almirante Luís Ávila, cujo nome tinha sido inserido na lista de convidados pela atual noiva do príncipe de Espanha. Langdon fala com esta que explica que apenas o tinha adicionado à lista porque o seu noivo lhe tinha pedido. Ambra Vida, a mulher em questão, confessa ainda que numa conversa com Kirsch este tinha admitido que a sua descoberta estava no seu telemóvel protegida por uma palavra-passe.
Ambra e Langdon saem do museu à procura da combinação.
O príncipe de Espanha, que estava abatido com o acontecimento, é chamado para fazer uma explicação do sucedido à população para a acalmar.
O rabino Koves recebe uma mensagem anónima a alertá-lo de que precisava de fugir para não ser morto pelo bispo Valdespino.
Os fugitivos apanham um barco e dirigem-se para o aeroporto. Percebem que, ao trazerem o telemóvel do falecido levantaram suspeitas de que a descoberta ainda podia ser publicada e isso aumentava a suspeita por eles. Apanham o avião privado de Kirsch. No entanto, Ambra tinha deixado o seu telemóvel para trás, sendo assim quase impossível localizá-los. O príncipe recebe a notícia e fica irritado com a fuga. O comandante da Guardia do rei percebe que o bispo Valdespino não era de confiança por ter escondido a sua reunião com Kirsch. O bispo, por sua vez, convence o príncipe de que o conselheiro lhe estava a esconder algo.
Um site de conspirações ameaça publica a imagem da mão do atirador, com o símbolo de Franco, para assim acusar o rei e o príncipe de terem razões políticas para matar Kirsch. Acusam ainda o bispo de ter tido parte no assassinato.
Langdon e Ambra desembarcam sem serem descobertos pela polícia e consegueme mbarcar noutro avião.
O rabino Koves sai de casa e vai para um bar para não ser morto em casa. Na casa-de-banho do bar, um homem misterioso assassina-o.
O bispo Valdespino e o príncipe desaparecem e o comandante da Guardia começa a desconfiar que o bispo tinha feito do príncipe refém.
Langdon e Ambra aterram e conduzem o precioso carro de Kirsch.
O almirante Ávila recebe o seu fisioterapeuta, que tinha estado no mesmo acidente que ele anos antes. Ávila apresenta a sua admiração pelo Papa e o fisioterapeuta afirma conhecê-lo. Ávila segue-o e percebe que este seguia a religião palmariana, ou seja, um tipo de cristianismo que tinha o seu próprio Papa.
Langdon e Ambra tentam entrar no apartamento de Kirsch mas este estava rodeado por fotógrafos. No apartamento, exploram as obras de arte de que este estava revestido e Langdon percebe que Kirsch estava a lutar contra um cancro maligno.
O comandante da Guardia é preso por ser acusado pelo bispo de ter eliminado as chamadas feitas no Palácio Real. O Palácio expõe o motivo da prisão do comandante da Guardia em público e afirma que o professor Langdon tinha raptado a princesa. Os dois percebem que esta acusação era apenas uma tentativa de fazer a princesa ligar para o Palácio e assim mostrar a sua localização. Enquanto lia as mensagens do bispo, Suresh, membro da Guardia Real, descobre uma mensagem que poderia incriminar o bispo. Langdon e Ambra foram descobertos e a princesa quase foi atingida pela Guardia Real. Os dois sobem para o helicóptero que tinha ordens de os levar para o Palácio Real. Langdon e Ambra acabam por suspeitar de uma obra de William Blake que foi empreste à Sagrada Família. Langdon convence o agente responsável por os levar a mudar o rumo e a levá-los à Sagrada Família.
O almirante Ávila recebe uma mensagem do Regente a dizer que a sua missão ainda não estava acabado.
Langdon e Ambra chegam à Sagrada Família e pedem para ver o livro.
O príncipe começa a perceber começa a perceber que há algo que o bispo lhe está a esconder. O bispo explica-lhe que tinha sido o rei que estava preocupado com o filho e por isso pediu ao bispo que o cuidasse. Pediu ainda que o filho o visitasse para ele se despedir antes de morrer.
Langdon e Ambra investigam o livro e descobrem o verso que servia de palavra-passe: "As sombrias religiões retiram et a doce ciência reina". São interrompidos pelo padre guia a gritar por eles. Eles seguem-no e encontram os corpos de dois agentes da Guardia Real mortos. Os três procuraram o assassino e Langdon percebe que era o almirante Ávila, o assassino de Kirsch. Procurou esquivar-se das balas que lhe eram dirigidas pelo assassino mas, devido a um golpe mas, devido a um golpe de Ávila cai inconsciente. Ao chegarem ao local onde devia estar o rei, o príncipe e o bispo recebem a notícia de que este tinha saído e tinha ordenado que os dois deviam ser levados num dos carros dos guardas do rei.
Langdon acorda e vê Ambra ao seu lado que lhe explica que o assassino tinha caído do poço e estava morto. Uma ambulância preparava-se para levar Langdon mas este percebe que precisa de sair dali para escrever a palavra-passe e acabar o plano. O padre ajuda-os a sair por uma porta secreta para evitarem a polícia. Os dois encontram um motorista e dirigem-se ao local onde Langdon considera estar Winston, o super-computador inteligente de Kirsch que os ajudaria. Acabam por encontrar Winston que os guia até ao local onde deviam inserir a palavra-passe.
O príncipe e o bispo chegam junto do rei, que estava com um ar abatido e que afirma que os tinha levado para ali para confessar um segredo que tinha escondido do príncipe fazia muito tempo.
Langdon e Ambra acertam na palavra-passe e o vídeo de Kirsch é transmitido para todo o mundo. Após verem o vídeo, Langdon convence Ambra a falar com o noivo e fica a falar com Winston. Winston confessa a Langdon que estava programado para se auto-apagar um dia depois da morte de Kirsch.
Após confessar o segredo, o rei foi levado para o hospital onde esperava os seus últimos dias. O filho despediu-se dolorosamente do pai. O príncipe foi ter com Ambra e propõe a ideia de eles interromperem o noivado e passarem algum tempo juntos para se poderem conhecer. Ambra despede-se de Langdon e parte com o príncipe para Madrid.
Langdon conversa novamente com Winston, minutos antes de este se apagar e Winston admite ter criado um usuário para aumentar as teorias da conspiração que rodeavam a palestra de Kirsch. Langdon começa a perceber que Winston tinha sido o responsável pelo assassinato de Kirsch para o poupar de sofrer com o cancro e para chamar mais atenção às suas obras.
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